Emirielle se encontrava em pé,
próximo a cabeceira da cama. Acabara de acordar e ainda estava se acostumando
com a claridade do quarto enquanto penteava delicadamente seu cabelo branco
volumoso. Aldebaran ainda parecia exausto da última exploração que fizera e
ainda roncava ao pé da cama. Deuses, como ele crescera!
Mal havia espaço na cama agora para ele e sua dona... Emirielle mordeu o canto da boca, lembrando-se do que ocorrera no dia anterior... Em um surto de ciúmes, importunou uma jovem brownie coelho de cabelos negros do qual nem sequer perguntara o nome. Por que motivo Kero a deixava tão irracional a ponto de atacar uma completa estranha?
Caminhou até sua mesa de trabalho, no fundo de seu quarto, lembrando-se de pegar os livros e anotações que o irritante chefe de sua guarda lhe ordenara fazer. Não que Emirielle não gostasse de estudar e catalogar plantas (fala sério! Ela queria ser botânica na Terra!), mas as vezes sentia que Ezarel passava tais trabalhos a ela de propósito, com o intuito de irritá-la e cansá-la para poder torturá-la no dia seguinte. Felizmente ele não era muito diferente de seus professores do ensino médio, e não sabia que, para Emirielle, estudar plantas eram um prazer, não um tormento.
Sorte da jovem fauna que também não costuma se cansar com facilidade... talvez uma herança genética da parte de sua família faeliana? Espreguiçou-se, sentindo Aldy fazer o mesmo em seus pés - Você anda muito folgado ultimamente... - Emirielle resmungou para o mascote, que a ignorou completamente... Droga! - pensou - por que mascotes têm sempre a personalidade de seus donos? Justamente a minha, que é tão difícil... Bom, pelo menos não era pior que a do elfo que agora era seu chefe... - suspirou, retirando-se do quarto, deixando Aldebaran dormindo.
Andou distraidamente pela sala das portas quando sentiu um baque forte, avia se chocado contra algo duro, muito duro... Antes de cair para trás com a força do impacto, sentiu uma mão segurando a sua, impedindo-a de cair e fazendo-a recuperar o equilíbrio - D-desculpe Valkyon - sussurrou para o jovem de cabelos prateados a sua frente. Preste mais atenção por onde anda... - disse o rapaz, com um sorriso tímido - Pode acabar se machucando... - Emirielle corou com a preocupação do rapaz, sempre tão calado quanto ela, porém gentil e atencioso no fundo - E-eu estou bem... - sussurrou para ele, constrangida. Odiava parecer uma estabanada...
Tudo bem então... - ele sorriu timidamente outra vez, acenando e se afastando da cerva.
Caminhando lentamente, Emirielle andou até o salão principal, porém parou quando percebeu que estava sendo seguida - Nevra... - disse ruborizando a face, tentando manter a voz firme.
Como sabia que era eu? - perguntou o vampiro, encabulado.
Talvez por que seja a terceira vez que você faz essa mesma brincadeira - disse Emirielle, mantendo a seriedade e tentando parecer cética - Acho que seu jantar te espera na dispensa - disse apontando o lugar onde, minutos mais cedo, viu a brownie coelha de cabelos negros entrar. Nevra parecia intrigado com o que a cerva dissera, mas apenas se afastou sem dizer uma palavra: uma coisa Emirielle tinha que admitir, o vampiro pelo menos sabia quando não era bem visto por alguém.
Ah, você está aí! - Emirielle reconheceria esta voz até no mais profundo dos infernos. Virando-se lenta e elegantemente, Emirielle fitou os olhos verdes de seu chefe e suspirou, contendo o fervor que sentia toda vez dentro dela quando o via.
Você está atrasada - disse ele, mantendo o rosto sério.
Nevra me atrasou - mentiu Emirielle, descontente de dar explicações.
Não me importa - Ezarel a olhou seriamente, de um modo frio que arrepiou a espinha da fauna - Quero você no laboratório todo dia, no horário certo.
Emirielle assentiu com o corpo, os braços cruzados, no olhar um leve brilho de desprezo que sempre carregava se acendeu, porém a mesma permaneceu calada até seu caminho até o laboratório.
Onde estão os relatórios das plantas catalogadas que pedi ontem? - o elfo disse, distraído, levando um leve susto quando Emirielle jogou as pilhas de papéis em cima da mesa com um estrondo. Estão aqui! - Emirielle deu seu sorriso mais doce e inocente que poderia forçar, as mãos entrelaçadas na frente do corpo.
Veja que escrava prestativa tenho aqui - disse ele, pegando os papéis com seu característico sorriso debochado. Emirielle deu um sorriso de lado, provocativo, enquanto curvava-se sobre a mesa para que seu rosto ficasse perto o suficiente do rosto do elfo, enquanto corava com um misto de vergonha e excitação. Ela sabia que, se Ezarel abaixa-se seu olhar alguns centímetros sequer, estaria cara a cara com os seios dela que se amontoavam, disputando espaço e atenção em seu discreto decote, mas ele não o fez e ela agradeceu por isso. Por longos minutos constrangedores e excitantes, Emi e Ez ficaram apenas se entreolhando, ela mergulhada em sua imensidão verde, e ele em sua âmbar, quando a voz do elfo interrompeu o silêncio, levantando-se - Muito bom... - disse com um esboço de sorriso ainda em seus lábios.
Emirielle sorriu nervosamente, encabulada. Ela, por mais que se esforça-se, nunca entenderia o que se passa no enigma que era a mente de Ezarel. Mas de uma coisa ela sabia, aquele maldito elfo era uma tentação. O elfo virou-se outra vez para a fauna, o olhar novamente sério, descrente. Ah droga! - Emirielle pensou - ele vai me passar MAIS TRABALHO? Quantos anos ele acha que tenho? - suspirou, fazendo o elfo erguer as sobrancelhas em desaprovação. Emirielle sussurrou um leve pedido de desculpas, envergonhada e irritada. Ezarel largou os papéis na mesa com um estrondo, copiando o ato que sua "escrava" fizera minutos antes - Quero isso para amanhã. Emirielle bufou - Quando vou ter uma folga? - disse manhosa. Quando não fizer mais parte da Absinto - disse o elfo, sério. Emirielle amava e odiava essa cara de desprezo que ele fazia: odiava por que sempre queria dizer que vinha coisa ruim dele por aí, amava por que era tão sexy... Emirielle suspirou alto, olhando o rosto de seu chefe. Emirielle - o elfo pigarreou a sua frente, tirando-a de seus devaneios impuros - Acho que os relatórios ainda não aprenderam a se revisar sozinhos... - disse, sarcástico e com seu sorriso característico no rosto. Emirielle sorriu levemente junto com o elfo e pegou os relatórios em cima da mesa - Está bem... - disse, lhe lançando um olhar provocativo.
O dia passou rápido e em silêncio, Emirielle revisando, Ezarel fazendo suas poções e afins. Emi bocejou, terminando o último relatório.
Está cansada, escrava? - ela ouviu o elfo provocar do outro lado da sala, mas apenas sorriu, cansada. Já estava tarde da noite, a maioria das pessoas já aviam se recolhido para dormir. Por favor, me libera só esta noite? - Emirielle suplicou, brincando com Ezarel. Você sabe onde coloquei aqueles frascos com aquelas plantas especiais aonde estava testando aquela poção nova? - ele disse, desinteressado como se nem tivesse ouvido a pergunta da fauna. Acho que você pediu para guardá-los no meu armário, lá no meu quarto - Emirielle disse com um tom de despreocupação na voz cansada. Hm - ele murmurou, sério - Poderia buscá-las para mim?
Emirielle arregalou os olhos - Mas as raízes daquelas plantas pesam demais! - exclamou, exacerbada. Ezarel resumiu apenas a fazer uma piada de como faunos eram fracos demais, fazendo Emirielle revirar os olhos - Você poderia me ajudar, não acha? - disse, levantando uma das sobrancelhas - Você é bem mais forte que eu... - sussurrou, corando ao saber que, com aquelas orelhas pontudas ele com certeza avia ouvido o que ela dissera. Mordeu o canto dos lábios, de nervoso. Está bem - O elfo concordou e Emirielle levantou a cabeça, surpresa - Vamos logo pois preciso me deitar - disse, distraído - Eu realmente tenho trabalho a fazer amanhã, ao contrário de você - seu sorriso presunçoso fez Emirielle revirar os olhos e sorrir com o canto dos lábios.
Ao entrar no quarto silencioso de Emirielle, o elfo de cabelos azuis dirigiu-se direto ao armário, recolhendo as plantas. Por que precisa tão urgentemente dessas plantas? - disse Emirielle, distraída, olhando as raízes pesadas das plantas.
Irei enviá-las amanhã cedo à um vilarejo... - o elfo contentou-se em dar somente essa explicação e Emirielle pareceu satisfeita apenas com ela. Talvez eu deixe uma aqui, para perfumar o ambiente - disse Ezarel, tirando uma das plantas da terra, fazendo subir um cheiro insuportável; ele ria da cara de nojo que Emirielle fez com o cheiro. De jeito nenhum, Ezarel - Emirielle disse, rindo junto. Cobrindo a raiz com terra novamente, Ezarel colocou o pote com as plantas em cima da mesa de trabalho de Emirielle e virou-se para a fauna. Posso ir dormir agora? - Emirielle disse, cruzando os braços. Não vai me ajudar levá-las para o laboratório? - disse Ezarel, fingindo surpresa. Não eram os faunos as criaturas mais fracas que já pisaram em Eldarya? - disse Emirielle com um sorriso provocativo, fazendo (quem diria!) o elfo rir - Você como elfo, superior a todas as outras raças, por que não leva elas sozinho?
Porque você é a minha escrava, é seu trabalho - ele sorriu outra vez presunçosamente. A fauna suspirou alto, lembrando-se do quanto as garotas babavam por homens da espécie de Ezarel. Definitivamente eu não entendo essa babação das garotas em elfos... - Emirielle alfinetou-o. Não? - Ezarel perguntou, provocativo.
Não, não são o meu tipo - Emirielle respondeu com a mesma provocação na voz. "Deuses, o que estava acontecendo aqui?" - Emirielle pensou. Ela estava mesmo flertando OUTRA VEZ com Ezarel? Sério, por que sempre fazia isso involuntariamente quando ele está perto? Foi então que o elfo aproximou-se dela lentamente, seu sorriso largo, os olhos brilhavam, provocantes e tentadores. Ele estava chegando tão perto dela que Emirielle podia jurar que sentia o hálito de Ezarel perto de seu rosto. Começou a tremer de nervoso e ansiedade. Sim, ela queria aquilo. Definitivamente. Hmm - Ezarel suspirou, sorrindo orgulhoso - Diga-me mais sobre isso. - Sua voz era um sussurro, incrivelmente sexy e fez coisas vibrarem por dentro de Emirielle. Deuses, ela já estava ofegante de tão nervosa! Ezarel abaixou os lábios e pousou-os levemente no pescoço de Emirielle, fazendo-a soltar o ar, aliviando a tensão que sentia. Era uma sensação deliciosa! "Droga, Ezarel!" - Emirielle pensou - "Eu amo o Kero".
Levemente como uma pluma, Ezarel fez uma trilha de beijos pelo pescoço de Emirielle, lentamente subindo até parar centímetros dos lábios dela. O sorriso, o maldito sorriso dele ainda estava lá, em sua face, ainda mais sexy do que Emirielle se lembrava.
Ela precisava daquilo, não iria aguentar. Em um solavanco desesperado, Emirielle grudou seus lábios nos do elfo, sedenta por aquele toque.
Um furor insuportável tomara conta dos dois, suas línguas se tocando feroz e arduamente, fazendo Emirielle delirar de desejo. O corpo de Emirielle fervia, estava sendo consumida pelas chamas, as chamas de seu desejo ardente e secreto por Ezarel. O nó de seus dedos passara de uma dor agoniante para uma dormência, tamanha a força que faziam segurando a jaqueta de Ezarel, puxando o corpo do elfo o suficiente para que ele pudesse enlaçar a cintura da fauna, com firmeza, fazendo-a arfar, sem em nenhum momento separarem suas bocas. Quando a falta de ar de ambos se tornara insuportável, o elfo puxara com uma força moderada os cabelos na nuca da fauna fazendo-a arquear enquanto mordia seu pescoço, ferozmente, empurrando seu corpo contra a parede e a prendendo na mesma, fazendo-a grunhir em um prazer estranho. E-Ezarel... - Emirielle conseguira dizer entre um gemido arrastado, tentando controlar seu desejo, em vão. Agarrou as costas do elfo, o puxando ainda mais perto de seu corpo. Aproveitando-se disso Ezarel passou a mão pela coxa da fauna, puxando-a para cima, prensando-a na parede ainda com mais força fazendo-a gemer ainda mais alto, os lábios outra vez cravados no dela, as línguas em uma dança harmoniosa.
Ah... Ezarel... - Emirielle disse, quando enfim suas bocas se separam por falta de ar novamente. O sorriso presunçoso do elfo, agora tão perto do rosto de Emirielle, a deixava tonta. Lentamente Ezarel se aproximou do rosto da fauna sem que o sorriso sumisse de seu rosto uma única vez, ao chegar no pescoço da mesma aspirou o doce cheiro de pinheiro molhado de sereno que Emirielle possuía e se encaminhou ainda mais lentamente até sua orelha. Emirielle tremia de ansiedade, sentindo o arfar do elfo em sua pele, morno e sensual - Como era mesmo aquela história de elfos não fazerem seu tipo? - ele disse pausadamente, a voz no sussurro mais sexy que a cerva já ouvira fazendo-a gemer baixinho ao sentir sua excitação quase escorrer por entre as pernas. Tão perto dela, sentira a de Ezarel, um simples solavanco de seu corpo para frente e ela o tocaria. Sorrindo, provocativa, olhando na imensidão verde ciano dos olhos do elfo, colocou sua mão em seu membro ereto, delicadamente, sentindo-o sob o tecido. Mordeu o lábio inferior, sem tirar os olhos dos de Ezarel que, com o afago discreto da cerva, agora sorria duas vezes mais presunçoso e orgulhoso da proeza de tirar Emirielle do sério desta maneira. Em uma dança dolorosamente lenta, Ezarel voltou seu rosto para o de Emirielle, o sorriso ainda no rosto, quase um convite para a fauna experimentá-lo, enquanto recuperavam um pouco do fôlego perdido, se entreolharam em uma conversa silenciosa. "Mas que droga!" - Emirielle pensou, antes de retomar o ritmo frenético de meio segundo atrás. Ezarel subiu a mão que sustentava a coxa de Emirielle no ar, enfiando-a por dentro do tecido do body que a fauna usava, apalpando delicadamente sua nádega. Emirielle afastou o rosto novamente, lutando para abrir a jaqueta do elfo, desistindo e rendendo-se quando o mesmo a soltou e a retirou em nanos segundos apenas com uma das mãos, o sorriso orgulhoso de sua proeza transformado em um beijo avassalador logo em seguida enquanto Emirielle explorava seus músculos com os dedos, passando pelos braços e o tórax, delirando de prazer no processo. Afastando-se de um beijo pela terceira vez seguida depois do mesmo consumir até o último suspiro de oxigênio dos pulmões de ambos, Ezarel se esforçou-se para retirar todos os acessórios exagerados que Emirielle carregava enquanto a mesma inclinou-se para frente para soltar-lhe os cabelos, tocando sua pélvis no membro ereto do elfo no processo, sem querer, fazendo ambos suspirarem alto em uníssono. Mordendo o pescoço da fauna entre colares retirados, Ezarel se aproximou ainda mais do corpo da cerva, sedento para possuí-la ali mesmo enquanto a cascata azul que era seu cabelo enfim se soltara, deixando-o ainda mais sexy do que Emirielle imaginou ser possível, fazendo-a perder o ar subitamente. Vendo-a observá-lo boquiaberta, Ezarel riu, orgulhoso, puxando o rosto de Emirielle mais uma vez para um beijo sedento enquanto retirava seu body, explorando e apalpando cada parte recém desnuda, fazendo a fauna suspirar e soltar leves gemidos durante o processo. Quando recobrava os sentidos do que fazia, Emirielle retirava as últimas peças de roupa do elfo, deixando a calça por último, tocando-lhe o membro delicadamente, agora não mais impedida pelo tecido de suas vestes, podendo jurar que ouvira um pequeno grunhido de prazer escapar pelos lábios do elfo com seu ato. Me deixa louco... - Emirielle jurou ouvir Ezarel sussurrar em seu ouvido, fazendo os pelos de seu braço eriçarem todos, antes de empurrá-lo em sua cama, retirando o restante do body em sua frente, lentamente, mordendo o lábio inferior com um olhar provocante. Emirielle notou, com renovado ardor e desejo, enquanto os olhos de Ezarel analisavam lenta e metodicamente cada pequeno ângulo de seu corpo desnudo, o sorriso aumentando de tamanho ao passar os olhos pelos seios empinados e pela região íntima da fauna, deixando-a levemente corada de constrangimento. Sacudindo a cabeça levemente, tentando espantar a vergonha de estar nua na frente de seu chefe, Emirielle aproximou-se lentamente dele sentindo o olhar do elfo intenso em seu corpo, o desejo refletido em seus olhos de maneira insuportável que podia jurar que, caso demorasse um minuto a mais, Ezarel levantaria em um súbito, lhe agarraria e faria dela mulher no piso de seu quarto mesmo. Sorriu, maliciosa, ao pensar na hipótese um tanto tentadora, mas a jogou para o fundo de suas fantasias pervertidas e inclinou-se na direção do elfo, beijando-o enquanto se sobrepunha por cima dele, sorrindo orgulhosa junto com ele. Virando Emirielle em um súbito, Ezarel ficou por cima da mesma, seu sorriso debochado e sensual, desceu lentos e deliciosos beijos pelo pescoço e clavícula da fauna, fazendo-a gemer alto, chegando aos seios e beijando-os suavemente, seguindo uma trilha até os mamilos e mordendo-os levemente enquanto encarava Emirielle que gemia ainda mais intensamente. O elfo então deslizou uma das mãos ao outro seio e apertou-o, massageando o mamilo com o polegar, se divertindo com o delírio de Emirielle, que se agarrava com força aos lençóis, tentando em vão abafar seus gemidos. Descendo o rosto mais um pouco, Ezarel parou os lábios no ventre da cerva, beijando-o delicadamente e lambendo-o em seguida. A mão livre do elfo desceu pelas curvas de Emirielle, parando subitamente em sua cintura, entrando no meio de suas pernas e, com os dedos indicador e médio, Ezarel começou a estimulá-la sem, em momento algum, tirar os lábios de seu ventre e a outra mão de seu seio. Os gemidos de Emirielle já não conseguiam ser controlados e ela urrou de prazer sentindo o líquido escorrer pelos dedos do elfo em um orgasmo alucinante. Sem deixar tempo para que a fauna se recuperasse de seu recente orgasmo, Ezarel se ajeitou-se em cima da mesma, abrindo-lhe as pernas e a penetrando com força, fazendo a mesma quase gritar. Um arrepio eletrizante tomara conta do corpo de Emirielle uma vez preenchida por inteiro por Ezarel, sua garganta ardia com a falta de ar, arqueou-se o máximo que seu corpo conseguia, agarrando-se aos lençóis como se deles dependesse sua vida. Sentiu uma das mãos de Ezarel segurar-lhe as costas e sua boca fora direto para um de seus seios, sugando o mamilo com força enquanto começava a se movimentar dentro dela. Um riso nervoso misturado com um gemido de prazer escapara dos lábios de Emirielle, que agarrou os cabelos do elfo com força, sentindo o mesmo sorrir em sua pele, movendo-se mais rápido, arqueando ainda mais o corpo da fauna puxando-lhe os cabelos da nuca. Os gemidos de Emirielle cada vez mais intensos ecoavam pelo quarto quando Ezarel tomou-lhe a boca em um beijo antes de vira-la de barriga para baixo, penetrando-a com toda força, grunhindo de esforço e sendo recompensado por gemidos mais altos e longos. Emirielle agarrou com toda sua força ao lençol e mordeu o travesseiro, se contendo para não gritar quando o elfo passou a mão por toda suas costas antes de dar uma bela mordida em seu pescoço, puxando os cabelos de sua nuca com força no processo. Acreditando não ser possível sentir mais prazer, Emirielle sentiu sua nuca ser empurrada com força contra o travesseiro quando Ezarel curvou-se penetrando-a mais rápida e intensamente, chegando em um frenesi quase mágico dentro dela, gemendo e grunhindo de esforço e prazer. Emirielle franziu a sobrancelha outra vez, em um orgasmo intenso, enquanto sentia Ezarel forçando seu membro com toda intensidade e rapidez possível dentro dela, ofegando de esforço, antes de sentir o líquido dele fluir dentro dela, os músculos dele se tencionando e logo em seguida relaxando com o orgasmo, um som gutural saindo do fundo de sua garganta, antes de desabar ao lado da cerva.
Emirielle se sentia derrotada e vitoriosa ao mesmo tempo... Nunca com um homem havia sido tão intenso assim, porém nunca imaginou que esse homem que lhe proporcionaria a melhor noite de sexo de sua vida fosse ser justamente o elfo que agora possuía o sorriso mais largo do mundo, bem ao seu lado. Virando o rosto em sua direção, ainda ofegante, Emirielle fez uma cara zombeteira para o elfo que se aproximou dela, lentamente e sussurrou em seu ouvido: - Pensei que elfos não faziam seu tipo.
Mal havia espaço na cama agora para ele e sua dona... Emirielle mordeu o canto da boca, lembrando-se do que ocorrera no dia anterior... Em um surto de ciúmes, importunou uma jovem brownie coelho de cabelos negros do qual nem sequer perguntara o nome. Por que motivo Kero a deixava tão irracional a ponto de atacar uma completa estranha?
Caminhou até sua mesa de trabalho, no fundo de seu quarto, lembrando-se de pegar os livros e anotações que o irritante chefe de sua guarda lhe ordenara fazer. Não que Emirielle não gostasse de estudar e catalogar plantas (fala sério! Ela queria ser botânica na Terra!), mas as vezes sentia que Ezarel passava tais trabalhos a ela de propósito, com o intuito de irritá-la e cansá-la para poder torturá-la no dia seguinte. Felizmente ele não era muito diferente de seus professores do ensino médio, e não sabia que, para Emirielle, estudar plantas eram um prazer, não um tormento.
Sorte da jovem fauna que também não costuma se cansar com facilidade... talvez uma herança genética da parte de sua família faeliana? Espreguiçou-se, sentindo Aldy fazer o mesmo em seus pés - Você anda muito folgado ultimamente... - Emirielle resmungou para o mascote, que a ignorou completamente... Droga! - pensou - por que mascotes têm sempre a personalidade de seus donos? Justamente a minha, que é tão difícil... Bom, pelo menos não era pior que a do elfo que agora era seu chefe... - suspirou, retirando-se do quarto, deixando Aldebaran dormindo.
Andou distraidamente pela sala das portas quando sentiu um baque forte, avia se chocado contra algo duro, muito duro... Antes de cair para trás com a força do impacto, sentiu uma mão segurando a sua, impedindo-a de cair e fazendo-a recuperar o equilíbrio - D-desculpe Valkyon - sussurrou para o jovem de cabelos prateados a sua frente. Preste mais atenção por onde anda... - disse o rapaz, com um sorriso tímido - Pode acabar se machucando... - Emirielle corou com a preocupação do rapaz, sempre tão calado quanto ela, porém gentil e atencioso no fundo - E-eu estou bem... - sussurrou para ele, constrangida. Odiava parecer uma estabanada...
Tudo bem então... - ele sorriu timidamente outra vez, acenando e se afastando da cerva.
Caminhando lentamente, Emirielle andou até o salão principal, porém parou quando percebeu que estava sendo seguida - Nevra... - disse ruborizando a face, tentando manter a voz firme.
Como sabia que era eu? - perguntou o vampiro, encabulado.
Talvez por que seja a terceira vez que você faz essa mesma brincadeira - disse Emirielle, mantendo a seriedade e tentando parecer cética - Acho que seu jantar te espera na dispensa - disse apontando o lugar onde, minutos mais cedo, viu a brownie coelha de cabelos negros entrar. Nevra parecia intrigado com o que a cerva dissera, mas apenas se afastou sem dizer uma palavra: uma coisa Emirielle tinha que admitir, o vampiro pelo menos sabia quando não era bem visto por alguém.
Ah, você está aí! - Emirielle reconheceria esta voz até no mais profundo dos infernos. Virando-se lenta e elegantemente, Emirielle fitou os olhos verdes de seu chefe e suspirou, contendo o fervor que sentia toda vez dentro dela quando o via.
Você está atrasada - disse ele, mantendo o rosto sério.
Nevra me atrasou - mentiu Emirielle, descontente de dar explicações.
Não me importa - Ezarel a olhou seriamente, de um modo frio que arrepiou a espinha da fauna - Quero você no laboratório todo dia, no horário certo.
Emirielle assentiu com o corpo, os braços cruzados, no olhar um leve brilho de desprezo que sempre carregava se acendeu, porém a mesma permaneceu calada até seu caminho até o laboratório.
Onde estão os relatórios das plantas catalogadas que pedi ontem? - o elfo disse, distraído, levando um leve susto quando Emirielle jogou as pilhas de papéis em cima da mesa com um estrondo. Estão aqui! - Emirielle deu seu sorriso mais doce e inocente que poderia forçar, as mãos entrelaçadas na frente do corpo.
Veja que escrava prestativa tenho aqui - disse ele, pegando os papéis com seu característico sorriso debochado. Emirielle deu um sorriso de lado, provocativo, enquanto curvava-se sobre a mesa para que seu rosto ficasse perto o suficiente do rosto do elfo, enquanto corava com um misto de vergonha e excitação. Ela sabia que, se Ezarel abaixa-se seu olhar alguns centímetros sequer, estaria cara a cara com os seios dela que se amontoavam, disputando espaço e atenção em seu discreto decote, mas ele não o fez e ela agradeceu por isso. Por longos minutos constrangedores e excitantes, Emi e Ez ficaram apenas se entreolhando, ela mergulhada em sua imensidão verde, e ele em sua âmbar, quando a voz do elfo interrompeu o silêncio, levantando-se - Muito bom... - disse com um esboço de sorriso ainda em seus lábios.
Emirielle sorriu nervosamente, encabulada. Ela, por mais que se esforça-se, nunca entenderia o que se passa no enigma que era a mente de Ezarel. Mas de uma coisa ela sabia, aquele maldito elfo era uma tentação. O elfo virou-se outra vez para a fauna, o olhar novamente sério, descrente. Ah droga! - Emirielle pensou - ele vai me passar MAIS TRABALHO? Quantos anos ele acha que tenho? - suspirou, fazendo o elfo erguer as sobrancelhas em desaprovação. Emirielle sussurrou um leve pedido de desculpas, envergonhada e irritada. Ezarel largou os papéis na mesa com um estrondo, copiando o ato que sua "escrava" fizera minutos antes - Quero isso para amanhã. Emirielle bufou - Quando vou ter uma folga? - disse manhosa. Quando não fizer mais parte da Absinto - disse o elfo, sério. Emirielle amava e odiava essa cara de desprezo que ele fazia: odiava por que sempre queria dizer que vinha coisa ruim dele por aí, amava por que era tão sexy... Emirielle suspirou alto, olhando o rosto de seu chefe. Emirielle - o elfo pigarreou a sua frente, tirando-a de seus devaneios impuros - Acho que os relatórios ainda não aprenderam a se revisar sozinhos... - disse, sarcástico e com seu sorriso característico no rosto. Emirielle sorriu levemente junto com o elfo e pegou os relatórios em cima da mesa - Está bem... - disse, lhe lançando um olhar provocativo.
O dia passou rápido e em silêncio, Emirielle revisando, Ezarel fazendo suas poções e afins. Emi bocejou, terminando o último relatório.
Está cansada, escrava? - ela ouviu o elfo provocar do outro lado da sala, mas apenas sorriu, cansada. Já estava tarde da noite, a maioria das pessoas já aviam se recolhido para dormir. Por favor, me libera só esta noite? - Emirielle suplicou, brincando com Ezarel. Você sabe onde coloquei aqueles frascos com aquelas plantas especiais aonde estava testando aquela poção nova? - ele disse, desinteressado como se nem tivesse ouvido a pergunta da fauna. Acho que você pediu para guardá-los no meu armário, lá no meu quarto - Emirielle disse com um tom de despreocupação na voz cansada. Hm - ele murmurou, sério - Poderia buscá-las para mim?
Emirielle arregalou os olhos - Mas as raízes daquelas plantas pesam demais! - exclamou, exacerbada. Ezarel resumiu apenas a fazer uma piada de como faunos eram fracos demais, fazendo Emirielle revirar os olhos - Você poderia me ajudar, não acha? - disse, levantando uma das sobrancelhas - Você é bem mais forte que eu... - sussurrou, corando ao saber que, com aquelas orelhas pontudas ele com certeza avia ouvido o que ela dissera. Mordeu o canto dos lábios, de nervoso. Está bem - O elfo concordou e Emirielle levantou a cabeça, surpresa - Vamos logo pois preciso me deitar - disse, distraído - Eu realmente tenho trabalho a fazer amanhã, ao contrário de você - seu sorriso presunçoso fez Emirielle revirar os olhos e sorrir com o canto dos lábios.
Ao entrar no quarto silencioso de Emirielle, o elfo de cabelos azuis dirigiu-se direto ao armário, recolhendo as plantas. Por que precisa tão urgentemente dessas plantas? - disse Emirielle, distraída, olhando as raízes pesadas das plantas.
Irei enviá-las amanhã cedo à um vilarejo... - o elfo contentou-se em dar somente essa explicação e Emirielle pareceu satisfeita apenas com ela. Talvez eu deixe uma aqui, para perfumar o ambiente - disse Ezarel, tirando uma das plantas da terra, fazendo subir um cheiro insuportável; ele ria da cara de nojo que Emirielle fez com o cheiro. De jeito nenhum, Ezarel - Emirielle disse, rindo junto. Cobrindo a raiz com terra novamente, Ezarel colocou o pote com as plantas em cima da mesa de trabalho de Emirielle e virou-se para a fauna. Posso ir dormir agora? - Emirielle disse, cruzando os braços. Não vai me ajudar levá-las para o laboratório? - disse Ezarel, fingindo surpresa. Não eram os faunos as criaturas mais fracas que já pisaram em Eldarya? - disse Emirielle com um sorriso provocativo, fazendo (quem diria!) o elfo rir - Você como elfo, superior a todas as outras raças, por que não leva elas sozinho?
Porque você é a minha escrava, é seu trabalho - ele sorriu outra vez presunçosamente. A fauna suspirou alto, lembrando-se do quanto as garotas babavam por homens da espécie de Ezarel. Definitivamente eu não entendo essa babação das garotas em elfos... - Emirielle alfinetou-o. Não? - Ezarel perguntou, provocativo.
Não, não são o meu tipo - Emirielle respondeu com a mesma provocação na voz. "Deuses, o que estava acontecendo aqui?" - Emirielle pensou. Ela estava mesmo flertando OUTRA VEZ com Ezarel? Sério, por que sempre fazia isso involuntariamente quando ele está perto? Foi então que o elfo aproximou-se dela lentamente, seu sorriso largo, os olhos brilhavam, provocantes e tentadores. Ele estava chegando tão perto dela que Emirielle podia jurar que sentia o hálito de Ezarel perto de seu rosto. Começou a tremer de nervoso e ansiedade. Sim, ela queria aquilo. Definitivamente. Hmm - Ezarel suspirou, sorrindo orgulhoso - Diga-me mais sobre isso. - Sua voz era um sussurro, incrivelmente sexy e fez coisas vibrarem por dentro de Emirielle. Deuses, ela já estava ofegante de tão nervosa! Ezarel abaixou os lábios e pousou-os levemente no pescoço de Emirielle, fazendo-a soltar o ar, aliviando a tensão que sentia. Era uma sensação deliciosa! "Droga, Ezarel!" - Emirielle pensou - "Eu amo o Kero".
Levemente como uma pluma, Ezarel fez uma trilha de beijos pelo pescoço de Emirielle, lentamente subindo até parar centímetros dos lábios dela. O sorriso, o maldito sorriso dele ainda estava lá, em sua face, ainda mais sexy do que Emirielle se lembrava.
Ela precisava daquilo, não iria aguentar. Em um solavanco desesperado, Emirielle grudou seus lábios nos do elfo, sedenta por aquele toque.
Um furor insuportável tomara conta dos dois, suas línguas se tocando feroz e arduamente, fazendo Emirielle delirar de desejo. O corpo de Emirielle fervia, estava sendo consumida pelas chamas, as chamas de seu desejo ardente e secreto por Ezarel. O nó de seus dedos passara de uma dor agoniante para uma dormência, tamanha a força que faziam segurando a jaqueta de Ezarel, puxando o corpo do elfo o suficiente para que ele pudesse enlaçar a cintura da fauna, com firmeza, fazendo-a arfar, sem em nenhum momento separarem suas bocas. Quando a falta de ar de ambos se tornara insuportável, o elfo puxara com uma força moderada os cabelos na nuca da fauna fazendo-a arquear enquanto mordia seu pescoço, ferozmente, empurrando seu corpo contra a parede e a prendendo na mesma, fazendo-a grunhir em um prazer estranho. E-Ezarel... - Emirielle conseguira dizer entre um gemido arrastado, tentando controlar seu desejo, em vão. Agarrou as costas do elfo, o puxando ainda mais perto de seu corpo. Aproveitando-se disso Ezarel passou a mão pela coxa da fauna, puxando-a para cima, prensando-a na parede ainda com mais força fazendo-a gemer ainda mais alto, os lábios outra vez cravados no dela, as línguas em uma dança harmoniosa.
Ah... Ezarel... - Emirielle disse, quando enfim suas bocas se separam por falta de ar novamente. O sorriso presunçoso do elfo, agora tão perto do rosto de Emirielle, a deixava tonta. Lentamente Ezarel se aproximou do rosto da fauna sem que o sorriso sumisse de seu rosto uma única vez, ao chegar no pescoço da mesma aspirou o doce cheiro de pinheiro molhado de sereno que Emirielle possuía e se encaminhou ainda mais lentamente até sua orelha. Emirielle tremia de ansiedade, sentindo o arfar do elfo em sua pele, morno e sensual - Como era mesmo aquela história de elfos não fazerem seu tipo? - ele disse pausadamente, a voz no sussurro mais sexy que a cerva já ouvira fazendo-a gemer baixinho ao sentir sua excitação quase escorrer por entre as pernas. Tão perto dela, sentira a de Ezarel, um simples solavanco de seu corpo para frente e ela o tocaria. Sorrindo, provocativa, olhando na imensidão verde ciano dos olhos do elfo, colocou sua mão em seu membro ereto, delicadamente, sentindo-o sob o tecido. Mordeu o lábio inferior, sem tirar os olhos dos de Ezarel que, com o afago discreto da cerva, agora sorria duas vezes mais presunçoso e orgulhoso da proeza de tirar Emirielle do sério desta maneira. Em uma dança dolorosamente lenta, Ezarel voltou seu rosto para o de Emirielle, o sorriso ainda no rosto, quase um convite para a fauna experimentá-lo, enquanto recuperavam um pouco do fôlego perdido, se entreolharam em uma conversa silenciosa. "Mas que droga!" - Emirielle pensou, antes de retomar o ritmo frenético de meio segundo atrás. Ezarel subiu a mão que sustentava a coxa de Emirielle no ar, enfiando-a por dentro do tecido do body que a fauna usava, apalpando delicadamente sua nádega. Emirielle afastou o rosto novamente, lutando para abrir a jaqueta do elfo, desistindo e rendendo-se quando o mesmo a soltou e a retirou em nanos segundos apenas com uma das mãos, o sorriso orgulhoso de sua proeza transformado em um beijo avassalador logo em seguida enquanto Emirielle explorava seus músculos com os dedos, passando pelos braços e o tórax, delirando de prazer no processo. Afastando-se de um beijo pela terceira vez seguida depois do mesmo consumir até o último suspiro de oxigênio dos pulmões de ambos, Ezarel se esforçou-se para retirar todos os acessórios exagerados que Emirielle carregava enquanto a mesma inclinou-se para frente para soltar-lhe os cabelos, tocando sua pélvis no membro ereto do elfo no processo, sem querer, fazendo ambos suspirarem alto em uníssono. Mordendo o pescoço da fauna entre colares retirados, Ezarel se aproximou ainda mais do corpo da cerva, sedento para possuí-la ali mesmo enquanto a cascata azul que era seu cabelo enfim se soltara, deixando-o ainda mais sexy do que Emirielle imaginou ser possível, fazendo-a perder o ar subitamente. Vendo-a observá-lo boquiaberta, Ezarel riu, orgulhoso, puxando o rosto de Emirielle mais uma vez para um beijo sedento enquanto retirava seu body, explorando e apalpando cada parte recém desnuda, fazendo a fauna suspirar e soltar leves gemidos durante o processo. Quando recobrava os sentidos do que fazia, Emirielle retirava as últimas peças de roupa do elfo, deixando a calça por último, tocando-lhe o membro delicadamente, agora não mais impedida pelo tecido de suas vestes, podendo jurar que ouvira um pequeno grunhido de prazer escapar pelos lábios do elfo com seu ato. Me deixa louco... - Emirielle jurou ouvir Ezarel sussurrar em seu ouvido, fazendo os pelos de seu braço eriçarem todos, antes de empurrá-lo em sua cama, retirando o restante do body em sua frente, lentamente, mordendo o lábio inferior com um olhar provocante. Emirielle notou, com renovado ardor e desejo, enquanto os olhos de Ezarel analisavam lenta e metodicamente cada pequeno ângulo de seu corpo desnudo, o sorriso aumentando de tamanho ao passar os olhos pelos seios empinados e pela região íntima da fauna, deixando-a levemente corada de constrangimento. Sacudindo a cabeça levemente, tentando espantar a vergonha de estar nua na frente de seu chefe, Emirielle aproximou-se lentamente dele sentindo o olhar do elfo intenso em seu corpo, o desejo refletido em seus olhos de maneira insuportável que podia jurar que, caso demorasse um minuto a mais, Ezarel levantaria em um súbito, lhe agarraria e faria dela mulher no piso de seu quarto mesmo. Sorriu, maliciosa, ao pensar na hipótese um tanto tentadora, mas a jogou para o fundo de suas fantasias pervertidas e inclinou-se na direção do elfo, beijando-o enquanto se sobrepunha por cima dele, sorrindo orgulhosa junto com ele. Virando Emirielle em um súbito, Ezarel ficou por cima da mesma, seu sorriso debochado e sensual, desceu lentos e deliciosos beijos pelo pescoço e clavícula da fauna, fazendo-a gemer alto, chegando aos seios e beijando-os suavemente, seguindo uma trilha até os mamilos e mordendo-os levemente enquanto encarava Emirielle que gemia ainda mais intensamente. O elfo então deslizou uma das mãos ao outro seio e apertou-o, massageando o mamilo com o polegar, se divertindo com o delírio de Emirielle, que se agarrava com força aos lençóis, tentando em vão abafar seus gemidos. Descendo o rosto mais um pouco, Ezarel parou os lábios no ventre da cerva, beijando-o delicadamente e lambendo-o em seguida. A mão livre do elfo desceu pelas curvas de Emirielle, parando subitamente em sua cintura, entrando no meio de suas pernas e, com os dedos indicador e médio, Ezarel começou a estimulá-la sem, em momento algum, tirar os lábios de seu ventre e a outra mão de seu seio. Os gemidos de Emirielle já não conseguiam ser controlados e ela urrou de prazer sentindo o líquido escorrer pelos dedos do elfo em um orgasmo alucinante. Sem deixar tempo para que a fauna se recuperasse de seu recente orgasmo, Ezarel se ajeitou-se em cima da mesma, abrindo-lhe as pernas e a penetrando com força, fazendo a mesma quase gritar. Um arrepio eletrizante tomara conta do corpo de Emirielle uma vez preenchida por inteiro por Ezarel, sua garganta ardia com a falta de ar, arqueou-se o máximo que seu corpo conseguia, agarrando-se aos lençóis como se deles dependesse sua vida. Sentiu uma das mãos de Ezarel segurar-lhe as costas e sua boca fora direto para um de seus seios, sugando o mamilo com força enquanto começava a se movimentar dentro dela. Um riso nervoso misturado com um gemido de prazer escapara dos lábios de Emirielle, que agarrou os cabelos do elfo com força, sentindo o mesmo sorrir em sua pele, movendo-se mais rápido, arqueando ainda mais o corpo da fauna puxando-lhe os cabelos da nuca. Os gemidos de Emirielle cada vez mais intensos ecoavam pelo quarto quando Ezarel tomou-lhe a boca em um beijo antes de vira-la de barriga para baixo, penetrando-a com toda força, grunhindo de esforço e sendo recompensado por gemidos mais altos e longos. Emirielle agarrou com toda sua força ao lençol e mordeu o travesseiro, se contendo para não gritar quando o elfo passou a mão por toda suas costas antes de dar uma bela mordida em seu pescoço, puxando os cabelos de sua nuca com força no processo. Acreditando não ser possível sentir mais prazer, Emirielle sentiu sua nuca ser empurrada com força contra o travesseiro quando Ezarel curvou-se penetrando-a mais rápida e intensamente, chegando em um frenesi quase mágico dentro dela, gemendo e grunhindo de esforço e prazer. Emirielle franziu a sobrancelha outra vez, em um orgasmo intenso, enquanto sentia Ezarel forçando seu membro com toda intensidade e rapidez possível dentro dela, ofegando de esforço, antes de sentir o líquido dele fluir dentro dela, os músculos dele se tencionando e logo em seguida relaxando com o orgasmo, um som gutural saindo do fundo de sua garganta, antes de desabar ao lado da cerva.
Emirielle se sentia derrotada e vitoriosa ao mesmo tempo... Nunca com um homem havia sido tão intenso assim, porém nunca imaginou que esse homem que lhe proporcionaria a melhor noite de sexo de sua vida fosse ser justamente o elfo que agora possuía o sorriso mais largo do mundo, bem ao seu lado. Virando o rosto em sua direção, ainda ofegante, Emirielle fez uma cara zombeteira para o elfo que se aproximou dela, lentamente e sussurrou em seu ouvido: - Pensei que elfos não faziam seu tipo.
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